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Autódromo de Interlagos – 80 Anos

No dia 12 de maio de 2020, o Autódromo de Interlagos completará 80 anos de sua inauguração.

Pensando nessa data, a equipe Coffee Motors preparou um conteúdo especial. Confira abaixo.

Autódromo de Interlagos: A Inauguração

O primeiro autódromo de circuito fechado construído no Brasil foi projetado por Jean Romero Sanson, em 1931, e sua construção começou em 1939.

O Autódromo Municipal de São Paulo foi inaugurado oficialmente em 12 de maio de 1940, com corridas de motocicletas e automóveis, sendo chamado de Autódromo de Interlagos pela proximidade ao bairro de Interlagos.

Autódromo de Interlagos: Modificações

Em meados dos anos 1980, foi renomeado para homenagear o piloto de Fórmula 1 José Carlos Pace, falecido em 1977. Junto à sua construção há um kartódromo, o Kartódromo Municipal Ayrton Senna

O antigo traçado da pista era considerado um dos mais perfeitos, com suas dificuldades que impunham aos pilotos, em curvas de alta e baixa velocidades, e de raios muito diferentes e uma topografia que permitia ao público uma visibilidade de 80% da pista.

Reformado entre os anos de 1968 e 1970 para melhorias, a F1 só foi ter provas válidas para o campeonato mundial em 1973, após inúmeras modificações feitas para uma melhor segurança nas corridas. Até 1980, o autódromo recebeu o Grande Prêmio sucessivamente, com exceção de 1978 que aconteceu no Autódromo de Jacarepaguá.

Autódromo de Interlagos: Tempos Atuais

Em 1989, a Prefeitura de São Paulo, com o apoio da CBA, iniciou negociações para trazer de volta a Interlagos o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, que havia sido transferido para Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Iniciou-se, assim, uma grande modificação que mudaria completamente o traçado do velho Interlagos. E, em 1990,  voltou para São Paulo onde continua até o presente momento, sendo realizado sucessivamente.


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Ayrton Senna

No dia 1º de maio de 2020, serão completados 26 anos que a Fórmula 1 e o Brasil se despediram do seu grande e eterno herói das pistas, Ayrton Senna.

Por isso, a equipe da Coffee Motors preparou um conteúdo especial para rememorar uma pequena parte da história deste ícone do automobilismo mundial.

Ayrton Senna na Fórmula 1

A imagem deste brasileiro, considerado um dos maiores esportistas da história, é reconhecida nos quatro cantos do mundo.

Logo em sua segunda corrida na Fórmula 1, Ayrton Senna mostrou ao mundo que não era um piloto comum. Chegou em 6º e marcou seu primeiro ponto na principal categoria do automobilismo mundial, em uma das provas mais cansativas de sua carreira.

Vindo de categorias em que a maioria das corridas não ultrapassava os 30 minutos de duração e tendo completado apenas oito voltas na sua corrida de estreia na F1, Senna cumpriria pela primeira vez uma a distância equivalente a duas horas de prova.

“Tinham me falado que eu era o sétimo e tinha ficado decepcionado depois desse esforço todo. Antes da metade da corrida, o carro já estava impossível (de guiar). Tinha um peso no volante e foi a corrida inteira assim. O motor falhava ainda e aí eu diminuí a potência dele para não quebrar. Eu queria que a corrida terminasse antes da metade porque eu não aguentava mais”, relatou Ayrton, que estava feliz com o primeiro dos seus 614 pontos na Fórmula 1.

Ayrton Senna na Lotus

Após a estreia pela Lotus no Grande Prêmio do Brasil, em Jacarepaguá, “boas” condições climáticas esperavam por Ayrton Senna, em Portugal, com sua Lotus 97T. Senna cravou a marca de 1min21s007.

Era a sua primeira pole na categoria, e Ayrton Senna não deu chances a ninguém, vencendo de ponta a ponta sob um temporal que levou 13 dos 26 pilotos que largaram a cometer rodadas espetaculares. Senna iria para nove pontos no campeonato e empatava com a Alain Prost.

Ayrton Senna na McLaren

Em 1988 era grande a expectativa da estreia de Ayrton Senna pela McLaren, equipada com o mesmo motor Honda da Williams e da Lotus, mas com um conjunto que poderia, enfim, mantê-lo rápido por toda a prova.

A corrida no circuito de Adelaide era a primeira de Ayrton Senna como campeão do mundo. Duas semanas antes, o brasileiro havia feito história em Suzuka, após uma vitória heroica, vindo de trás do pelotão com várias ultrapassagens, para conquistar o título com uma corrida de antecedência para o final da temporada de 1988.

O clima na McLaren ainda era festivo na Austrália, principalmente pela temporada perfeita com 14 vitórias entre as 15 etapas disputadas até ali.

Essa foi a 29ª pole position de Senna na carreira e a 13ª no ano em 16 Grandes Prêmios, um recorde na categoria e que somente seria batido por Nigel Mansell, em 1992.

Senna Vs Prost

Em 1989, a briga pelo campeonato teve seu capítulo final no circuito de Suzuka, no Japão. Ayrton Senna chegou com 60 pontos “válidos” (apenas os 11 melhores resultados contavam): na largada, Prost tracionou melhor e fez a primeira curva na frente, com Ayrton em segundo.

A diferença entre os dois durante mais de 40 voltas foi praticamente no visual: era uma corrida à parte dos demais, assim como foi durante toda a temporada.

Na 47ª volta, Senna armou o bote na chicane antes da entrada da reta dos boxes, colocando sua McLaren por dentro da curva, mas o francês acabou “fechando” a porta antes mesmo da tomada da primeira perna da chicane. Ambos se tocaram. Alain Prost ficou de fora. Ayrton Senna pediu ajuda dos fiscais de pista para retornar à prova e voltou à pista.

Assim, Senna recebeu a bandeira quadriculada na volta 53 e se emocionou muito no carro: o título seria decidido na última prova.

Os cartolas da Fórmula 1, no entanto, ratificaram a punição ao brasileiro que acabou nem subindo ao pódio. Alain Prost ficou com o título da temporada em sua despedida da McLaren. Uma temporada que não precisava terminar ali, mas terminou.

Mas, em 1990, Senna daria o troco vencendo o campeonato – e de uma maneira que seria, de certa forma, a redenção por sua injusta punição no ano anterior, e o tão esperado duelo entre Ayrton Senna e Alain Prost não passou de 800 metros e 9 segundos de corrida. Logo na primeira curva, os pilotos se enroscaram e saíram juntos pelo escape de terra do circuito de Suzuka.

Senna Vs Mansell

Em 1991, pelo quinto ano consecutivo, o resultado da prova de Suzuka definiria o campeão mundial da temporada. Ayrton Senna se envolveu diretamente em quatro dessas disputas.

Em 1988 e 1990, o brasileiro saiu com o título. Apenas em 1989, Senna não foi campeão. E uma importante diferença em 1991 era o rival da disputa: dessa vez, com Nigel Mansell, da Williams, na largada, as posições se mantiveram iguais. Até a nona volta, Berger abriu quase 10 segundos de vantagem sobre Senna, que segurava Mansell.

Na nona volta, o “Leão” embutiu na McLaren de Ayrton, tentando se aproximar ao máximo para fazer a ultrapassagem naquela volta, mas acabou exagerando. Chegou forte demais na primeira curva do circuito, passou reto e ficou preso à caixa de brita.

Com isso, o inglês deu adeus às suas chances de conquista. O triunfo em Suzuka foi tão completo que Mansell esperou Senna descer no carro, no final da prova, para dar um abraço sincero e de muita desportividade no brasileiro. Ayrton se consagrava como o tricampeão mundial mais jovem da história da Fórmula 1, com 31 anos.

Ayrton Senna – GPs Disputados

Senna teve 161 GPs disputados, com 65 pole positions, 41 viórias, 2.982 voltas na liderança, 19 voltas mais rápidas e foi 3 vezes campeão mundial.

1984 – Toleman TG183B e a TG184 – 9º lugar / 0 vitórias / 13 pontos

1985 – Lotus 97T – 4º lugar / 2 vitórias / 38 pontos

1986 – Lotus 98T – 4º lugar / 2 vitórias / 55 pontos

1987 – Lotus 99T – 3º lugar / 2 vitórias / 57 pontos

1988 – McLaren MP4/4 – Campeão mundial / 8 vitórias / 94 pontos

1989 – McLaren MP4/5 – 2º lugar / 6 vitórias / 60 pontos

1990 – McLaren MP4/5B – Campeão mundial / 6 vitórias / 78 pontos

1991 – McLaren MP4/6 – Campeão mundial / 7 vitórias / 96 pontos

1992 – McLaren MP4/7 – 4º lugar / 3 vitórias / 50 pontos

1993 – McLaren MP4/8 – 2º lugar / 5 vitórias / 73 pontos

1994 – Williams FW16 – Sem pontos / 0 vitórias / 0 pontos

Ayrton Senna – A Despedida

Foi no GP de San Marino que Senna acelerou sua Willians FW16 no que seria a sua última corrida. Esse modelo não contava com freios ABS, controle de tração e suspensão inteligente, itens que fizeram o modelo de 1993 um dos mais competitivos da temporada.

Em 1994, de acordo com o próprio Ayrton Senna, o carro era muito veloz, no entanto, extremamente difícil de guiar. No domingo, 1º de maio, no início da corrida, um acidente na curva Tamburello matou o tricampeão mundial Ayrton Senna. O mesmo entrou na curva Tamburello e perdeu o controle, seguindo reto em direção aos muros laterais e chocando-se violentamente a 200 km/h. Atendido prontamente na pista, foi transferido para o hospital, onde, poucas horas depois, foi declarado como morto. Era o ponto final do atleta e o começo de um majestoso legado.

Ayrton Senna – Legado

No seu esporte, as marcas deixadas são incontáveis. Em 1990, o Autódromo de Interlagos passou por uma mudança radical no seu traçado e foi proposta uma curva inclinada para ligar a reta dos boxes à curva do sol. Ayrton não perdeu a oportunidade e propôs que um “S” fizesse a ligação, numa clara alusão ao sobrenome tão adorado pelos brasileiros. Sua morte trouxe novas normas de segurança para a F1.


Linha Coffee Motors: Estampa McLaren F1 Senna

Se você, assim como nós da equipe Coffee Motors, é um graande fã do Ayrton Senna, não pode deixar de conferir a Edição Especial de Produtos com a estampa McLaren F1 Senna, produzidas pela Coffee Motors, em parceria com o artísta Íbis Roxane e com a Roxane Baumont, disponível no site Colab55.

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Chevrolet Chevette – 47 Anos de História

No dia 24 de abril de 2020, comemoramos o aniversário de 47 anos do lançamento do Chevrolet Chevette. Por isso, preparamos um conteúdo especial para essa data.

Confira abaixo um pouco sobre os 47 Anos de História do Chevette, Manuais do Proprietário do Chevette, entre outros conteúdos que a equipe da Coffee Motors preparou.

Projeto e Lançamento do Chevette

Lançado em abril de 1973, o Chevette foi considerado, na época, um dos carros mais modernos do Brasil. Em 1970, teve início o planejamento do projeto e, um ano depois, já estava sendo testado o motor. Em 1972, começaram a rodar os primeiros carros para testes. O modelo era um sedã de duas portas de estilo simples, tinha motor 1.4 de 68 cavalos a 5.800 rpm e comando de válvulas no cabeçote, acionado por correia dentada; o virabrequim tinha apoio em cinco mancais e o cabeçote tinha o fluxo cruzado.

Com porte pequeno e 4,12 m de comprimento e 1,57 de largura, o Chevette tinha espaço amplo no porta-malas. Com aceleração de 0 a 100 km/h em 19 segundos, chegava à velocidade final de 140 km/h, com um consumo de 10,4 km/l, um bom desempenho para a época.

Versões e Motores do Chevette

Durante toda a sua história, o Chevette teve vários motores: 1.0 litro versão Júnior e no 1.4 e no 1.6 também foram introduzidos motores tanto a gasolina quanto a álcool. Os modelos produzidos até o final de sua vida foram: Luxo (1973-1977), Especial (1975-1980), GP (1976 e 1978), SL (1976-1990), GP II (1977), S/R (1981-1982), SE (1987), SL/E (1988-1990), DL (1991-1993), Júnior (1992) e L (1993). E também existiram algumas versões especiais como: País Tropical (1976), Jeans (1979) e Ouro Preto (1982).

Com cerca de 1,6 milhão de unidades construídas e vendidas, o Chevette se tornou um dos modelos mais populares da GM no Brasil. O mesmo teve sua produção encerrada em 1993, com sua última unidade saindo da fábrica em 12 de novembro de 1993. Em razão da sua popularidade, ainda é comum encontrá-lo rodando pelas ruas do país.


Linha Coffee Motors: Estampas de Chevette

Se você, assim como nós da equipe Coffee Motors, é fã do Chevrolet Chevette, não pode deixar de conferir a Edição Especial de Produtos com a estampa Chevettes no Farol, produzidas pela Coffee Motors, em parceria com o artísta Íbis Roxane e com a Roxane Baumont, disponível no site Colab55.

Linha Coffee Motors: Estampas de Chevette

Manuais – Chevrolet Chevette

Se você tem um Chevette, pode estar precisando do manual do proprietário.

Pensando nisso, disponibilizamos alguns manuais do proprietário do Chevrolet Chevette que você pode fazer o download ou consultar online clicando nos links abaixo.


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Dia Nacional do Gurgel

No dia 26 de março, comemoramos o Dia Nacional do Gurgel. Por isso, a equipe da Coffee Motors preparou um conteúdo especial pensando nessa data.

Confira abaixo um pouco da história do Gurgel, sua trajetória e muito mais!

A História do Gurgel

João Augusto Conrado do Amaral Gurgel iniciou as atividades no setor automobilístico em 1960 quando projetou o Gurgel Jr., um minicarro com motor de 3 cv e produção de mais de 500 unidades que em sua maioria foram exportadas para EUA e Alemanha. Em seguida, foi lançado o Mokart SS, um kart que obteve sucesso em competições brasileiras e, em 1964, venceu alguns campeonatos. Nesse mesmo ano, João Gurgel fundou a Macan Veículos Ltda., uma revendedora Volkswagen.

Em 1966, Gurgel aproveitando de sua condição de revendedor Volkswagen e de sua experiência em moldagem de plástico, fabricou um carro esportivo especial sobre plataforma Volkswagen encurtada. Os modelos do veículo foram apresentados no Salão do Automóvel 1966 e eram o Ipanema, o Enseada e o Xavante. Em 1969, João Gurgel fundou a Gurgel Veículos Ltda. que funcionava ao lado da Macan e recebia apoio financeiro desta. O Gurgel Luxo e o Gurgel QT (qualquer terreno) foram as novidades de lançamento da nova empresa e tinham chassi, câmbio e motores VW.

A Evolução do Gurgel

A Gurgel desenvolveu um novo modelo de chassi composto de tubos de aço, revestido externa e internamente por fibra de vidro e assim foi concebido o Xavante, com grande resistência e muito mais leve. Em consequência, a Gurgel apenas comprava o motor e o câmbio da VW.

Em 1984, a Gurgel lançava seu maior carro durante toda a sua história: o jipe Carajás. Outros modelos novos foram: o X12 TRX12 RM , o X12 M , o X15 TR, o G15 L e o XEF, primeiro minicarro da marca.

Além dos utilitários, Gurgel sonhava com um carro econômico, barato e 100% brasileiro para os centros urbanos. Em 7 de setembro de 1987, foi apresentado o protótipo 280M, resultado do projeto CENA (Carro Econômico Nacional), um minicarro projetado para ser o mais barato do país. Os motores eram de dois cilindros horizontais opostos, 650 ou 800 cm³, refrigerados à água. O lançamento ocorreu em 1988 com o nome de BR-800.

O Fim da Era Gurgel

Em 1992, tentando reagir ao mercado, a marca lançava o Supermini. Mas sem apoio do governo, a Gurgel pediu concordata em junho de 1993. Em uma última tentativa de salvar a fábrica, em 1994 foi feito um pedido ao governo federal para um financiamento de 20 milhões de dólares à empresa, que foi negado, e a fábrica foi declarada falida em 1994.

A empresa conseguiu recorrer à bancarrota e ficou ativa até setembro de 1996. Seus últimos projetos foram: Supermini 1995 e  Motomachine – um minicarro urbano pensado como meio de transporte.


Linha Coffee Motors: Estampas de Gurgel

Se você, assim como nós da equipe Coffee Motors, é fã do Gurgel, não pode deixar de conferir a Edição Especial de Produtos com a estampa Gurgel Made In Brazil, produzidas pela Coffee Motors, em parceria com o artísta Íbis Roxane e com a Roxane Baumont, disponível no site Colab55.

Linha Coffee Motors: Estampas de Gurgel

Manuais – Gurgel

Se você tem um Gurgel, pode estar precisando do manual do proprietário.

Pensando nisso, aproveitamos o mês do Dia Nacional do Gurgel para disponibilizar alguns manuais do proprietário que você pode fazer o download ou consultar online clicando nos links abaixo.


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Mil Milhas do Brasil 2020

No último fim de semana (dias 15 e 16 de fevereiro de 2020) a equipe da Coffee Motors marcou presença nas Mil Milhas do Brasil 2020, evento que aconteceu no Autódromo de Interlagos na cidade de São Paulo.

Nossa equipe registrou diversas imagens dos bastidores da prova para compartilhar com quem compartilha das mesmas paixões que nós (carros antigos e automobilismo).

Confira um pouco sobre a história das Mil Milhas no Brasil e as fotos do evento abaixo.

A História das Mil Milhas do Brasil

Começaram a se desenvolver em 1954 as grandes corridas de Interlagos, ano do IV centenário da cidade de São Paulo. Tivemos o Grande Premio São Paulo, vencido pelo grande piloto Juan Manuel Fangio, e também foi realizada as Mil Milhas do IV centenário, que Celso Lara Barberis saiu vencedor. Essa prova deu origem as Mil Milhas Brasileiras, disputadas pela primeira vez 1956, uma corrida de resistência e velocidade com carros de turismo melhorados (as chamadas “Carreteras”) nacionais e importados que ajudavam no desenvolvimento técnico das industrias de auto-peças.

Após 12 anos desde sua última edição (2008), volta o clima de prova de longa duração do automobilismo brasileiro, com a corrida Mil Milhas.

Mil Milhas do Brasil 2020

Os promotores Elione Queiroz e a Fasp (Federação de Automobilismo do Estado de São Paulo) formaram parceria para trazer de volta uma prova com a duração de aproximadamente 11 horas, na madrugada de sábado (15) para domingo (16). 

A largada foi marcada para a meia-noite do sábado (15) com a previsão de 373 voltas no circuito de 4.309 metros de extensão para completar as 1.000 milhas, equivalente a 1.609 quilômetros. O limite de duração da prova é de 11 horas. 

Nas Mil Milhas do Brasil, os carros estão classificados em 13 categorias, sendo uma geral e outras 12, que vão desde protótipos que disputam o Brasileiro de Endurance de até 800 cavalos até os Spyder com motor AP de 180 cavalos, passando por vários outros modelos do Turismo Nacional com motores até 2 litros aspirados ou turbinados. 

O Regulamento Técnico e Desportivo das Mil Milhas do Brasil pode ser verificado no site oficial da FASP

O público teve entrada franca, podendo assistir das arquibancadas descobertas sem qualquer custo

Imagens dos Bastidores das Mil Milhas do Brasil 2020

Confira, abaixo, o resultado final das Mil Milhas do Brasil 2020:

1º Esio Vichiese/Renan Guerra/Stuart Turvey, Ginetta G55, 360 voltas em 11h1’00”312;
2º Leandro Ferrari/Flávio Abrunhoza/Marcelo Brisac/Renato Braga, Mercedes AMG GT4, a 5 voltas;
3º Gustavo Simon/Rafael Simon/Rafael Cardoso/Sérgio Cardoso, MRX, a 51 voltas;
4º José Vilela/Pipa Cardoso/Tinoco Soares, Spyder, a 107 voltas;
5º Ciro Paciello/Álvaro Vilhena/Evandro Camargo, GM Omega, a 125 voltas;
6º Marcelo Servidone, Luiz Finotti, Jorge Machado, Tubarão, a 168 voltas;
7º Ney Faustini/Ney de Sá/Marcos Philippi, GM Cobalt, a 183 voltas;
8º Sérgio Martinez/Eduardo Pimenta/Luiz Oliveira, Spyder, a 247 voltas;
9º Ricardo Rodrigues/Marcos Cassoli/Valter Barajas, GM Astra, a 325 voltas;
10 Carlos Antunes/Yuri Antunes/Lucas Marotta/Mauro Auricchio, MRX, a 332 voltas;
11 Edras Soares/Juarez Soares/Leandro de Almeida, GM Vectra, a 336 voltas;
12 Mauro Kern/Paulo Sousa/Tiel de Andrade, MCR Tubarão, a 337 voltas.

Leia mais sobre as Mil Milhas do Brasil 2020 no site oficial da FASP.


Confira, também, os projetos de Restauração e Corrida da equipe Coffee Motors.

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Galaxie – Landau

Espaçoso e luxuoso o Ford Galaxie – Landau é considerado o maior carro já produzido no Brasil e, ainda hoje, continua sendo referência em conforto.

No dia 16 de fevereiro, é comemorado o aniversário do Galaxie no Brasil, que, em 2020, completa 53 de sua chegada no mercado nacional.

História do Galaxie

Em 1965, a Ford comemorou a fabricação do 100.000º caminhão inteiramente nacional e, paralelamente, anunciou o lançamento do Galaxie nacional (produzido desde 1959, nos EUA).

O Galaxie – Landau no Brasil

Apresentado no Salão do Automóvel 1966, em São Paulo, o carro reproduzia as linhas do modelo americano do mesmo ano. Isso ficou marcado como uma imagem favorável do veículo, pois teríamos um carro nacional em condições de igualdade aos importados de grande porte.

Seu motor V8 de 4.500 cc e 170 cv, em conjunto com um interior espaçoso e soluções de acabamento até então inéditas no Brasil, se transformaram em um grande sucesso de vendas.

Em novembro de 1968, a Ford expôs no VI Salão do Automóvel uma versão mais requintada e luxuosa da linha Galaxie: o LTD (Limited). Esse modelo tinha a potência de seu motor aumentada para 190 cv a 4.400 rpm e incorporava novidades, como regulagem automática dos freios, ar condicionado e câmbio automático idêntico ao do modelo americano, usado pela primeira vez num carro brasileiro.

A grade dianteira e o teto de vinil diferenciavam o LTD do Galaxie 500, assim como refinamentos internos, painéis das portas e luxuoso estofamento.

Galaxie – Landau na Década de 1970

Em fins de 1970, o Ford LTD recebeu alterações que o tornaram ainda mais sofisticado. Uma versão com janela traseira de menores dimensões e um compasso nas laterais do teto de vinil, além de novas calotas e frisos cromados, recebeu o nome de Landau, por sua semelhança com os cabriolés (landaus) usados antigamente para o transporte de reis e nobres.

Para a linha 1976, o Galaxie passou por grandes mudanças estéticas. Os faróis passaram a ser dispostos horizontalmente, assim como as lanternas traseiras. As lanternas dianteiras passaram a ser maiores, mais envolventes e em posição vertical. O Galaxie 500 tinha a grade dianteira diferenciada das outras versões. Já o LTD e o Landau tinham a grade dianteira com filetes verticais, porém, sem que esses filetes passassem em volta dos quatro faróis.

O vidro traseiro permanecia, como sempre, em tamanho reduzido apenas na versão topo de linha Landau. Também tivemos um novo motor, o 302, que trouxe grandes mudanças ao carro: 5,0 litros (4.950 cm³), que geravam 199 HP, e sua velocidade final era de cerca de 165 km/h na versão manual e 155 km/h na versão automática.

Galaxie – Landau na Década de 1980

Em 1980, só eram vendidos os modelos LTD e Landau. Por conta da crise do petróleo, foi lançada a versão com motor 302 movida a álcool com enorme tanque de 107 litros, que chegou a responder pela maioria das vendas.

Foram produzidas as 125 últimas unidades do carro em 1983, deste que deixaria saudades aos seus fiéis e ricos consumidores. No dia 3 de abril de 1983, saiu da linha de produção o último Galaxie. Totalizando 77.670 unidades produzidas em seus 16 anos de luxo, para uns o melhor carro brasileiro já fabricado.


Linha Coffee Motors: Estampas de Galaxie

Se você, assim como nós da equipe Coffee Motors, é fã do Ford Galaxie, não pode deixar de conferir a Edição Especial de Produtos com a estampa Galaxie Classic Car, produzidas pela Coffee Motors, em parceria com o artísta Íbis Roxane e com a Roxane Baumont, disponível no site Colab55.


Manuais – Ford Galaxie

Se você tem um Galaxie, pode estar precisando do manual do proprietário ou algum manual de manutenção.
Pensando nisso, disponibilizamos 4 manuais do Ford Galaxie que você pode fazer o download ou consultar online clicando nos links abaixo.


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1ª Etapa do Campeonato de Automobilismo da Liga 2020

No último fim de semana (dias 31 de janeiro e 1 e 2 de fevereiro de 2020) foi realizada a 1ª Etapa do Campeonato de Automobilismo da Liga 2020 no Autódromo de Interlagos em São Paulo, organizada pela LDA (Liga Desportiva de Automobilismo) e a equipe da Coffee Motors marcou presença para trazer algumas imagens para você que também curte carros antigos e automobilismo.

Infelizmente, as fortes chuvas atrapalharam o evento, mas não desanimaram a nossa equipe! 🙂

Destaque

Na 1ª Etapa do Campeonato de Automobilismo da Liga 2020, o Destaque foi este Fusca (vídeo abaixo):

Fotos do Evento

Confira abaixo algumas fotos registradas durante o dia 1ª de fevereiro de 2020 no Autódromo de Interlagos:


Confira, também, os projetos de Restauração e Corrida da equipe Coffee Motors.

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Museu do Automóvel de Canela-RS

A equipe da Coffee Motors, em conjunto com a Roxane Baumont (uma das empresas parceiras e patrocinadoras da Coffee Motors), esteve em Canela-RS, onde visitamos o Museu do Automóvel de Canela, um verdadeiro túnel do tempo automotivo, onde encontramos diversas relíquias que, algumas delas, marcaram época e iniciaram tendências no setor automotivo.

Sobre o Museu

Confira abaixo alguns detalhes sobre o Museu do Automóvel de Canela-RS.

O Museu do Automóvel de Canela foi fundado no dia 15 de julho de 2016 e reúne mais de 40 veículos das décadas entre 1920 e 1980.

Além dos carros antigos, também estão em exposição mais de 600 miniaturas, um acervo bem interessante de bombas de gasolina de época, entre outras atrações.

Dentre os carros em exposição, o museu conta com o Ford 1929 Model A, o GT Malzoni 1966, o Volkswagen modelo SP2 1974, a Brasinca 4200 GT 1965 Uirapuru, a Ferrari 308 GT4 1974, o Cadillac modelo Deville série 62 conversível 1953, o Karmann Ghia 1964, o Pontiac modelo sedan 1942, o Chevrolet Impala 1960, o Pontiac Sport coupê ano 1931, o Gurgel G15 1981, o Puma GTB 1977, o Buick modelo Master Six Sport Touring 1925, o Chevelle Malibu modelo SS conversível 1970 e muitos outros clássicos que fizeram história.

O projeto é uma iniciativa dos irmãos Azambuja, colecionadores e apaixonados por carros antigos, de Passo Fundo-RS, que sempre sonharam em compartilhar sua paixão pelos automóveis com todos que também têm a mesma paixão.

Fotos do Museu

Confira abaixo algumas fotos registradas pela nossa equipe.

E aí, curtiu? Então não deixe de fazer uma visita! 🙂

O Museu do Automóvel de Canela fica na Praça das Nações, 281, em Canela-RS.

O ingresso custa R$ 50,00 reais (estudantes e idosos pagam meia entrada). Para saber mais sobre o Museu do Automóvel de Canela, suas atrações e os horários de funcionamento, acesse o site oficial do Museu aqui.


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Dia Nacional do Fusca

Carismático e querido por muitos, o Volkswagen Fusca é uma peça-chave na história automotiva do Brasil e, por esse motivo, ganhou um dia especial no calendário em sua homenagem. No dia 20 de janeiro, os brasileiros comemoram o Dia Nacional do Fusca.

Segundo relatos históricos, essa data foi escolhida por ter sido a data de início da produção nacional do carro (conhecido na época como “Volkswagen Sedan”) no País, mas as primeiras unidades do Fusca saíram da linha de montagem de São Bernardo do Campo (Estado de São Paulo) no dia 3 de janeiro de 1959, com 54% de nacionalização de suas peças, conforme previsto pela lei brasileira vigente à época.

Apesar de ser um carro de mecânica relativamente simples, sua história é um tanto quanto complexa. Diferente da maior parte dos carros, o projeto do Volkswagen Fusca envolveu diversas empresas diferentes e, até, o próprio governo do seu País de origem, a Alemanha.

Contudo, separamos aqui um pouco da história do Fusca. Confira abaixo:

O Fusca no Mundo

O Fusca foi lançado na Alemanha na década de 1930 e veio para ser “O Carro do Povo”, ou seja, um carro popular, haja vista que, na época, a Alemanha sofria uma forte recessão pós-guerra.

De outubro a dezembro de 1936, as primeiras unidades do carro foram testadas em um enduro de 50 mil km e, durante praticamente toda a década de 1930, foram criados diversos protótipos e modelos pré-produção e realizados diversos ajustes mecânicos e na estrutura do carro, na tentativa de chegar ao projeto final, confiável e econômico.

No ano de 1938, alguns modelos finais circulavam pelas ruas. Porém, em 1939, com o início da 2ª Guerra Mundial, a produção foi interrompida, antes mesmo que fosse iniciada a produção em larga escala.

Após a 2ª Guerra Mundial, em meados de agosto de 1945, a fábrica da Volkswagen foi reativada (pelo governo britânico) e produziu carros para as forças de ocupação dos aliados britânicos e para o serviço público alemão (nesse período algumas variações interessantes, como pick-ups e furgões, utilizadas em serviços públicos, como hospitais e correios).

Entretanto, foi a partir de 1949 que o Fusca ganhou o mundo. Após fazer acordos com a americana Chrysler e por em prática uma estratégia de marketing sólida baseada na divulgação dos pontos fortes do carro, como a sua resistência, a mecânica simples e o esquema de distribuição de peças sobressalentes, logo ficou conhecido como “indestrutível” e caiu nas graças de todo o mundo.

O Fusca no Brasil

O Fusca começou a ser importado para o Brasil em 1950 e, no ano seguinte (1951), passou a ser montado no Brasil pela Chrysler, representada aqui pela Brasmotor (hoje conhecida como Brastemp).

Em 1953, a Volkswagen se instalou no Brasil e assumiu a montagem do veículo por aqui.

E, em janeiro de 1959, o Fusca passou a ser oficialmente produzido no País com 54% de nacionalização de suas peças.

Curiosidades sobre o Fusca

Apesar de muitos não saberem, o Fusca não foi o primeiro carro que a Volkswagen nacionalizou. A Kombi já era montada no Brasil desde 1957 com a maior parte dos componentes fabricados no Brasil.

Outro ponto interessante sobre o Fusca foi a sua produção. Como se tornou um sucesso de vendas, foram fabricadas 3,1 milhões no Brasil ao longo dos anos.

A produção do Fusca no Brasil, em 1959, marcou a estreia da primeira fábrica da Volkswagen fora da Alemanha.

Dos 27 anos em que foi fabricado, por 24 anos o Fusca ficou na liderança de vendas no Brasil.


Fuscas na Oficina da Coffee Motors

Confira abaixo alguns Fuscas que passaram pela oficina da Coffee Motors, entre 2018 e 2019.


Linha Coffee Motors: Estampas de Fusca

Se você, assim como nós da equipe Coffee Motors, é fã do Fusca, não pode deixar de conferir a Edição Especial de Produtos com estampas de Fuscas, produzidas pela Coffee Motors, em parceria com o artísta Íbis Roxane e com a Roxane Baumont, disponível no site Colab55.

Linha Coffee Motors: Estampas de Fusca

Veja mais estampas da Linha Coffee Motors aqui.


Manuais do Proprietário – Fuscas

E, se você tem um Fusca, confira também alguns dos Manuais do Proprietário dos Fuscas que disponibilizamos aqui.


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Carros Antigos na Coffee Motors – Retrospectiva 2º Semestre de 2019

Em novembro de 2019, por motivos pessoais/familiares, tivemos que suspender o atendimento ao cliente na oficina da Coffee Motors.

Porém, manteremos nossos perfis nas redes sociais e site atualizados e ativos, publicando conteúdos de carros antigos e avisaremos a todos quando retornarmos às atividades.

Confira abaixo as fotos dos carros antigos que passaram pela Coffee Motors no 2º semestre de 2019.

Fusca 1974

Fusca 1974 na Coffee Motors

8 de julho
Este Fusca 1.300 ano 1974 passou por uma revisão complete no motor, sistema de freios, elétrica, entre outras trocas e reparos.


Fusca 1976

Fusca 1976 na Coffee Motors

19 de julho
Este Fusca 1.300 ano 1976 passou por uma revisão do sistema de freios, revisão da elétrica, troca das coifas do câmbio, entre outros.


Corcel 1977

Corcel 1977 na Coffee Motors

30 de julho
Neste Corcel 1 ano 1977, nossa equipe realizou a troca das velas e a revisão do sistema de freios e a regulagem do distribuidor, fazendo o motor desse antigo voltar a funcionar. 🙂


F75 1974

F75 1974 na Coffee Motors

1 de agosto
Nossa querida Gertrudes (F75 1974) voltou esta semana para mais um upgrade. 🙂
Desta vez, nossa equipe fez a troca do conjunto de feixe de molas da suspensão dianteira e a instalação de sensores de ré.


Santana 1986

Santana 1986 na Coffee Motors

17 de setembro
Este Santana CD ano 1986 passou por alguns reparos na Coffee Motors na semana passada.
Em parceria com a Garagem 32, nossa equipe realizou as seguintes manutenções:

  • Revisão completa do sistema de freios;
  • Limpeza e Regulagem do carburador;
  • Troca de óleo e revisão das luzes de freio e de ré.

Opala 1978

Opala 1978 na Coffee Motors

20 de setembro
Este Opala 78 4 cilindros chegou na Coffee Motors de guincho, após ter ficado 10 anos parado e a nossa equipe, em parceria com a Garagem 32, o trouxe de volta a vida. 😀
Realizamos a revisão do motor, da elétrica, do sistema de freios, entre outros reparos, trocas e limpezas.


Fusca 1974

Fusca 1974 na Coffee Motors

1 de outubro
Este Fusca 74 voltou à Coffee Motors para mais alguns reparos e upgrades.
Dentre os serviços, nossa equipe, em parceria com a Garagem 32, realizou a manutenção da manopla do câmbio, a troca dos estribos e instalou os faróis de milha. 🙂


Fusca 1972

Fusca 1972 na Coffee Motors

9 de outubro
Este Fusca 72 chamou atenção da nossa equipe pela originalidade!
Com apenas 54 mil KM rodados, segundo dono e, até embreagem de fábrica, entre outros diversos componentes e aspectos, podemos afirmar que é o Fusca mais original que já passou pela Coffee Motors.


Gol 1982

Gol 1982 na Coffee Motors

16 de outubro
Este Gol BX 82 voltou à Coffee Motors para algumas manutenções preventivas e upgrades.


Confira a Retrospectiva do 1º Semestre de 2019 de Carros Antigos que passaram por manuntenção na Coffee Motors.

Confira, também, os projetos de Restauração e Corrida da equipe Coffee Motors.

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